Eliomar Coelho (REDE) ficou como suplente de deputado estadual pelo Rio de Janeiro em 2026, com 1.469 votos, pelo resultado oficial do TSE. Eliomar Coelho (Eliomar de Souza Coelho) disputou 11 eleições entre 1994 e 2026, para deputado estadual, vereador e vice-governador. Ele foi eleito 7 vezes: deputado estadual em 2018 e 2014; vereador de Rio de Janeiro em 2012, 2008, 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por RJ: 34.836 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RJ, declarou R$ 308 mil em receitas: R$ 303 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 5 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 331 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 237 mil), serviços advocatícios (R$ 36 mil) e serviços de terceiros (R$ 23 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 169 mil em 2018 (49% com publicidade por materiais impressos) e R$ 163 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
1.469 votos em 2026 · 11 eleições
A votação de Eliomar de Souza Coelho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. EstadualVereadorGovernadorvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 308 mil em receitas · R$ 331 mil em gastos contratados
Eliomar Coelho declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Rio de Janeiro (RJ) em 2008 e 2012, e deputado estadual por Rio de Janeiro em 2014, 2018 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 308 mil em receitas: R$ 303 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 5 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 331 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 237 mil) e serviços advocatícios (R$ 36 mil); R$ 166 mil já foram pagos. Em 2018, 49% dos R$ 169 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2014, 54% dos R$ 163 mil em gastos contratados foram com publicidade por jornais e revistas. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Receitas em 2026R$ 308 milparcial, até 10/10/2026
Gastos em 2026R$ 331 milcontratados, parcial; R$ 166 mil pagos
Gastos em 2018R$ 169 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 6% · pessoas 82% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 77 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 33 mil42,8%
Publicidade por jornais e revistasR$ 19 mil25,0%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 9 mil12,3%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 5 mil6,5%
Outras 2 categoriasR$ 10 mil13,3%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2014ELEITO14.144GRJ · 73 anos · Branca · Superior completo · Engenheiro · PSOL · nº 50050 · ver resultado completoprestação de contasAssembleia Legislativa
Vereador · 2012ELEITO23.662LRio de Janeiro, Rio de Janeiro · 71 anos · Superior completo · Vereador · PSOL · nº 50000 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2008ELEITO15.703LRio de Janeiro, Rio de Janeiro · 67 anos · Superior completo · Vereador · PSOL · nº 50000 · ver resultado completo
Vereador · 2004ELEITO18.296LRio de Janeiro, Rio de Janeiro · 63 anos · Superior completo · Senador, Deputado e Vereador · PT · nº 13601 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 2002SUPLENTE25.368GRJ · 61 anos · Superior completo · Engenheiro · PT · nº 13601 · ver resultado completo
Coligação: PT / PC do B / PMN
Vereador · 2000ELEITO14.801LRio de Janeiro, Rio de Janeiro · 59 anos · Superior completo · PT · nº 13601 · ver resultado completo
Coligação: PT / PC do B
Vereador · 1996ELEITO · MÉDIA10.154LRio de Janeiro, Rio de Janeiro · 55 anos · Superior completo · Engenheiro · PT · nº 13601 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1994SUPLENTE8.351GRJ · 53 anos · Superior completo · Engenheiro · PT · nº 13218 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.