Edivaldo Blima

Foto de Edivaldo Bandeira de Lima
Edivaldo Blima
Edivaldo Bandeira de Lima (nome civil)
5 eleições entre 1998 e 2016 · último partido PTN
52 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Federal

Edivaldo Blima (Edivaldo Bandeira de Lima) disputou 5 eleições entre 1998 e 2016, para vereador, deputado federal e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 1998, para deputado estadual por RJ: 2.136 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Rio de Janeiro/RJ, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 4 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 400 de doações privadas e R$ 600 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil), serviços próprios prestados por terceiros (R$ 400) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 10). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 4 mil em 2014 (50% com publicidade por placas, estandartes e faixas) e R$ 1 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

455 votos em 2016 · 5 eleições

A votação de Edivaldo Bandeira de Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 5 mil em receitas · R$ 5 mil em gastos contratados

Edivaldo Blima declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Rio de Janeiro em 2006 e 2014, e vereador em Rio de Janeiro (RJ) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 4 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 400 de doações privadas e R$ 600 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 400). Em 2014, 50% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas; em 2006, 60% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 5 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 5 milcontratados
Gastos em 2014R$ 4 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2014 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2016Vereador, Rio de Janeiro (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 79% · pessoas 8% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil91,5%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 4008,3%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 100,2%
2014Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 80% · pessoas 20%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil49,7%
  • Materiais impressosR$ 1 mil30,1%
  • Serviços de terceirosR$ 72420,2%
2006Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
partido 32% · próprios 53% · outras 15%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 82560,0%
  • Outras 1 categoriaR$ 55040,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892