Dr. Aloisio Freitas

Foto de Manoel Aloisio Freitas
Dr. Aloisio Freitas
Manoel Aloisio Freitas (nome civil)
5 eleições entre 1996 e 2018 · último partido PDT
73 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Médico
redes informadas ao TSE
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Dr. Aloisio Freitas (Manoel Aloisio Freitas) disputou 5 eleições entre 1996 e 2018, para deputado federal e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 4 vezes: vereador de Rio de Janeiro em 2008, 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2008, para vereador em Rio de Janeiro/RJ: 26.545 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por RJ, declarou R$ 194 mil em receitas: R$ 75 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 25 mil do Fundo Partidário, R$ 19 mil de outras campanhas, R$ 49 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 26 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 171 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 85 mil), pessoal (R$ 23 mil) e publicidade por adesivos (R$ 20 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 156 mil.

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Evolução da votação nas eleições

18.035 votos em 2018 · 5 eleições

A votação de Manoel Aloisio Freitas em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 194 mil em receitas · R$ 171 mil em gastos

Dr. Aloisio Freitas declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Rio de Janeiro (RJ) em 2008, e deputado federal por Rio de Janeiro em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 194 mil em receitas: R$ 75 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 25 mil do Fundo Partidário, R$ 19 mil de outras campanhas, R$ 49 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 26 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 171 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 85 mil) e pessoal (R$ 23 mil). Em 2008, R$ 156 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 194 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 171 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2008R$ 156 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 194 mil
9 doadores pessoas físicas
FEFC 39% · Fundo Partidário 13% · partido e outras campanhas 10% · pessoas 25% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 171 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 85 mil49,8%
  • PessoalR$ 23 mil13,2%
  • Publicidade por adesivosR$ 20 mil11,6%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 15 mil8,8%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 28 mil16,6%
2008Vereador, Rio de Janeiro (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 156 mil
21 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 47% · empresas 19% · próprios 32%
Gasto contratado
R$ 156 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 58 mil37,2%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 18 mil11,3%
  • Despesas postaisR$ 14 mil8,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 13 mil8,4%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 53 mil34,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2000, 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892