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Professor Jose Onix

Foto de Jose Onix Gomes da Silva
Professor Jose Onix
Jose Onix Gomes da Silva (nome civil)
11 eleições entre 2000 e 2026 · último partido MOBILIZA
49 anos em 2026 · Masculino · Superior incompleto
Professor de Ensino Fundamental
Candidato a Deputado Estadual · Rio de Janeiro · Eleições 2026 · MOBILIZA · nº 33555
redes informadas ao TSE

Professor Jose Onix (MOBILIZA) teve 251 votos para deputado estadual pelo Rio de Janeiro em 2026 e não foi eleito, pelo resultado oficial do TSE. Professor Jose Onix (José Ônix Gomes da Silva) disputou 11 eleições entre 2000 e 2026, para deputado estadual, vice-prefeito, deputado federal e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por RJ: 5.634 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por RJ, declarou R$ 15 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 15 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 6 mil em 2020 (100% com publicidade por materiais impressos) e R$ 5 mil em 2018.

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Evolução da votação nas eleições

251 votos em 2026 · 11 eleições

A votação de Jose Onix Gomes da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 15 mil em receitas · R$ 15 mil em gastos

Professor Jose Onix declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Itaboraí (RJ) em 2008, deputado federal por Rio de Janeiro em 2010, 2014 e 2022, deputado estadual por Rio de Janeiro em 2018, e vereador em Tanguá (RJ) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 15 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 15 mil). Em 2020, 100% dos R$ 6 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2018, 59% dos R$ 5 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua.

Gastos em 2022R$ 15 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas7de 2008 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2026parcialDeputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2022Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 15 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 15 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 15 mil100,0%
2020Vereador, Tanguá (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
sem doações de pessoas
FEFC 90% · partido e outras campanhas 10%
Gasto contratado
R$ 6 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 6 mil100,0%
Ver as 4 campanhas anteriores
2018Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 5 mil
pago: R$ 5 mil (98%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 3 mil59,0%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil39,3%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 871,7%
2014Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 93% · pessoas 7%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil46,1%
  • Materiais impressosR$ 3 mil38,9%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil15,0%
2010Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 250
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 250
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 250100,0%
2008Vereador, Itaboraí (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 500
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 500
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 500100,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

11 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.