Márcia Mariotini Laranjeira

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Márcia Mariotini Laranjeira
6 eleições entre 1996 e 2024 · último partido AGIR
64 anos em 2024 · Feminino · Superior completo
Servidor Público Civil Aposentado
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Márcia Mariotini (Márcia Mariotini Laranjeira) disputou 6 eleições entre 1996 e 2024, para vice-prefeita, deputada estadual, deputada federal e prefeita. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 1996, para prefeita em Barra do Piraí/RJ: 11.998 votos. Na campanha de 2006 para deputada estadual por RJ, declarou R$ 30 mil em receitas: R$ 7 mil de outras campanhas, R$ 19 mil de doações privadas (19 doadores), R$ 150 de empresas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 15 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 2 mil) e locação/cessão de bens móveis (R$ 2 mil).

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Evolução da votação nas eleições

5.373 votos em 2006 · 6 eleições

A votação de Márcia Mariotini Laranjeira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. EstadualDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2006: R$ 30 mil em receitas · R$ 30 mil em gastos contratados

Márcia Mariotini declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada estadual por Rio de Janeiro em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 30 mil em receitas: R$ 7 mil de outras campanhas, R$ 19 mil de doações privadas (19 doadores), R$ 150 de empresas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 15 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 2 mil).

Receitas em 2006R$ 30 milcampanha encerrada
Gastos em 2006R$ 30 milcontratados
Campanhas12006

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2006Deputada estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 30 mil
19 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 23% · pessoas 64% · empresas menos de 1% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 30 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 15 mil49,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil6,7%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 2 mil5,2%
  • Materiais impressosR$ 5001,7%
  • Outras 5 categoriasR$ 11 mil36,6%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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