Claudio Eberhard

Foto de Claudio Dirceu Eberhard
Claudio Eberhard
Claudio Dirceu Eberhard (nome civil)
5 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PSDB
53 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Farmacêutico

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Claudio Eberhard (Claudio Dirceu Eberhard) disputou 5 eleições entre 1996 e 2016, para prefeito. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Santa Terezinha de Itaipu em 2016, 2012, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Santa Terezinha de Itaipu/PR: 10.971 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Santa Terezinha de Itaipu/PR, declarou R$ 99 mil em receitas: R$ 72 mil de doações privadas (14 doadores) e R$ 27 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 99 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 22 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 11 mil) e pessoal (R$ 9 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 178 mil.

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Evolução da votação nas eleições

10.971 votos em 2016 (eleito) · 5 eleições

A votação de Claudio Dirceu Eberhard em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 99 mil em receitas · R$ 99 mil em gastos contratados

Claudio Eberhard declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Santa Terezinha de Itaipu (PR) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 99 mil em receitas: R$ 72 mil de doações privadas (14 doadores) e R$ 27 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 99 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 22 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 11 mil). Em 2012, R$ 178 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 99 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 99 milcontratados
Gastos em 2012R$ 178 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Santa Terezinha de Itaipu (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 99 mil
14 doadores pessoas físicas
pessoas 73% · próprios 27%
Gasto contratado
R$ 99 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por adesivosR$ 22 mil22,6%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 11 mil11,4%
  • PessoalR$ 9 mil8,7%
  • Serviços de terceirosR$ 9 mil8,6%
  • Outras 14 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 48 mil48,7%
2012Prefeito, Santa Terezinha de Itaipu (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 172 mil
49 doadores pessoas físicas
pessoas 37% · empresas 31% · próprios 32%
Gasto contratado
R$ 178 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 46 mil25,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 33 mil18,5%
  • Serviços de terceirosR$ 29 mil16,4%
  • Materiais impressosR$ 25 mil14,2%
  • Outras 10 categoriasR$ 44 mil25,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2004, 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892