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Juninho

Foto de Mario Junio Kazuo da Silva
Juninho
Mario Junio Kazuo da Silva (nome civil)
5 eleições entre 2000 e 2026 · último partido REPUBLICANOS
47 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Empresário
Candidato a Deputado Estadual · Paraná · Eleições 2026 · REPUBLICANOS · nº 10010
redes informadas ao TSE

Juninho (REPUBLICANOS) ficou como suplente de deputado estadual pelo Paraná em 2026, com 11.279 votos, pelo resultado oficial do TSE. Juninho (Mário Junio Kazuo da Silva) disputou 5 eleições entre 2000 e 2026, para deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Cafezal do Sul em 2020 e 2016; vereador de Cafezal do Sul em 2000. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por PR: 11.279 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por PR, declarou R$ 107 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 65 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 31 mil), pessoal (R$ 18 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 8 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 46 mil em 2020 e R$ 49 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

11.279 votos em 2026 · 5 eleições

A votação de Mario Junio Kazuo da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 107 mil em receitas · R$ 65 mil em gastos contratados

Juninho declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Cafezal do Sul (PR) em 2012, 2016 e 2020, e deputado estadual por Paraná em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 107 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 65 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 31 mil) e pessoal (R$ 18 mil); R$ 25 mil já foram pagos. Em 2020, R$ 46 mil em gastos; em 2016, R$ 49 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.

Receitas em 2026R$ 107 milparcial, até 14/10/2026
Gastos em 2026R$ 65 milcontratados, parcial; R$ 25 mil pagos
Gastos em 2020R$ 46 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42012, 2016, 2020 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 107 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 65 mil
pago até agora: R$ 25 mil (39%)
  • Materiais impressosR$ 31 mil47,9%
  • PessoalR$ 18 mil28,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 8 mil12,3%
  • Publicidade por adesivosR$ 5 mil7,9%
  • Outras 2 categoriasR$ 3 mil3,8%
2020Prefeito, Cafezal do Sul (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 48 mil
doações de pessoas
FEFC 83% · pessoas 2% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 46 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por adesivosR$ 16 mil35,8%
  • Serviços advocatíciosR$ 15 mil32,9%
  • Materiais impressosR$ 7 mil14,7%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2 mil4,5%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil12,1%
2016Prefeito, Cafezal do Sul (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 49 mil
9 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 20% · pessoas 28% · próprios 52%
Gasto contratado
R$ 49 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 15 mil30,4%
  • ComíciosR$ 8 mil15,4%
  • Materiais impressosR$ 4 mil8,7%
  • PessoalR$ 3 mil6,1%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 19 mil39,4%
Ver a campanha anterior
2012Prefeito, Cafezal do Sul (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 47 mil
36 doadores pessoas físicas
partido 11% · pessoas 89% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 41 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 18 mil43,6%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 7 mil15,8%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 4 mil9,7%
  • Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 2 mil5,5%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 10 mil25,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2000, 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.