José Fogaça

Foto de José Alberto Fogaça de Medeiros
José Fogaça
José Alberto Fogaça de Medeiros (nome civil)
11 eleições entre 1978 e 2018 · último partido MDB
71 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Superior
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, José Fogaça (José Alberto Fogaça de Medeiros) disputou 11 eleições entre 1978 e 2018, para senador, deputado federal, governador, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 6 vezes: prefeito de Porto Alegre em 2008 e 2004; senador em 1994 e 1986; deputado federal em 1982; deputado estadual em 1978. A maior votação foi em 2002, para senador por RS: 1.812.767 votos. No Senado Federal, teve R$ 36,7 milhões empenhados em 18 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2018, para 111 municípios; 94% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2018 para senador por RS, declarou R$ 2,5 milhões em receitas: R$ 1,5 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 milhão do Fundo Partidário e R$ 3 mil de doações privadas (6 doadores). Os gastos contratados somam R$ 2,5 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 330 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 298 mil) e pessoal (R$ 175 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 461 mil em 2014 e R$ 6,7 milhões em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

1.465.700 votos em 2018 · 11 eleições

A votação de José Alberto Fogaça de Medeiros em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. FederalSenadorGovernadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 2,5 milhões em receitas · R$ 2,5 milhões em gastos

José Fogaça declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Porto Alegre (RS) em 2008, governador por Rio Grande do Sul em 2010, deputado federal por Rio Grande do Sul em 2014, e senador por Rio Grande do Sul em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 2,5 milhões em receitas: R$ 1,5 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 milhão do Fundo Partidário e R$ 3 mil de doações privadas (6 doadores). Os gastos contratados somam R$ 2,5 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 330 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 298 mil). Em 2014, R$ 461 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 6,7 milhões em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 2,5 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 2,5 milhõescampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 461 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42008, 2010, 2014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Outras origens
2018Senador, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,5 milhões
6 doadores pessoas físicas
FEFC 60% · Fundo Partidário 40% · pessoas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 2,5 milhões
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 330 mil13,2%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 298 mil11,9%
  • PessoalR$ 175 mil7,0%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 162 mil6,5%
  • Outras 14 categoriasinclui R$ 1,1 milhão doados a outros candidatos e partidosR$ 1,5 milhão61,4%
2014Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 461 mil
110 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 42% · pessoas 10% · empresas 48%
Gasto contratado
R$ 461 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 117 mil25,5%
  • PessoalR$ 114 mil24,7%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 93 mil20,2%
  • Serviços de terceirosR$ 53 mil11,6%
  • Outras 12 categoriasR$ 83 mil18,1%
2010Governador, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6,7 milhões
doações de pessoas
partido e outras campanhas 68% · pessoas menos de 1% · empresas 30% · outras 1%
Gasto contratado
R$ 6,7 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 617 mil9,3%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 551 mil8,3%
  • Materiais impressosR$ 497 mil7,5%
  • Serviços de terceirosR$ 265 mil4,0%
  • Outras 17 categoriasinclui R$ 324 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 4,7 milhões71,0%
Ver a campanha anterior
2008Prefeito, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,6 milhões
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 32% · pessoas menos de 1% · empresas 65% · outras 2%
Gasto contratado
R$ 2,6 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1 milhão38,6%
  • Materiais impressosR$ 378 mil14,5%
  • Serviços de terceirosR$ 320 mil12,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 161 mil6,2%
  • Outras 22 categoriasinclui R$ 800 lançados como "diversas a especificar"R$ 746 mil28,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 36,7 milhões empenhados · 94% pago · 18 emendas em 111 municípios

Senado Federal. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 06/10/20263

No Senado Federal, José Fogaça teve R$ 36,7 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 18 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2018 (legislatura 2015 a 2018), para 111 municípios. Já foram pagos R$ 34,4 milhões (94%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (48%). As cidades que mais receberam foram Novo Hamburgo, Campo Bom e Porto Real.2

EmpenhadoR$ 36,7 milhõesorçamentos de 2016 a 2018
PagoR$ 34,4 milhões94% do empenhado, com restos a pagar
Emendas18individuais
Municípios111diferentes
Por ano do orçamento
OrçamentoEmpenhadoPago% pagoEmendasMunicípios
2018R$ 14,5 milhõesR$ 13,6 milhões94%642
2017R$ 11,7 milhõesR$ 10,8 milhões93%643
2016R$ 10,6 milhõesR$ 9,7 milhões91%659
TotalR$ 36,7 milhõesR$ 34 milhões93%18111

Funções que mais receberam

  1. 1SaúdeR$ 17,5 milhões47,7%
  2. 2UrbanismoR$ 9,4 milhões25,5%
  3. 3AgriculturaR$ 4,6 milhões12,5%

Municípios que mais receberam

  1. 1Novo HamburgoR$ 1,6 milhão4,3%
  2. 2Campo BomR$ 1,2 milhão3,3%
  3. 3Porto RealR$ 837 mil2,3%

Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩

Candidaturas

11 candidaturas · eleito em 1994, 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892