- Serviços de terceirosR$ 47 mil31,7%
- Materiais impressosR$ 26 mil17,3%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 22 mil14,9%
- Publicidade por carros de somR$ 17 mil11,0%
- Outras 5 categoriasR$ 38 mil25,1%
Caetano (José Caetano Silva de Oliveira) disputou 5 eleições entre 2000 e 2016, para prefeito, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Vitória do Xingu em 2016; vereador de Vitória do Xingu em 2008, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Vitória do Xingu/PA: 7.119 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Vitória do Xingu/PA, declarou R$ 150 mil em receitas, de doações privadas (33 doadores). Os gastos contratados somam R$ 150 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 47 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 26 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 22 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 4 mil, 54% com cessão ou locação de veículos.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Jose Caetano Silva de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Caetano declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Vitória do Xingu (PA) em 2008, e prefeito em Vitória do Xingu (PA) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 150 mil em receitas, de doações privadas (33 doadores). Os gastos contratados somam R$ 150 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 47 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 26 mil). Em 2008, 54% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.