Junior Lira

Foto de José Paulo de Lira Junior
Junior Lira
José Paulo de Lira Junior (nome civil)
9 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PSDB
53 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Vereador

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Junior Lira (José Paulo de Lira Junior) disputou 9 eleições entre 1996 e 2020, para vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 4 vezes: vereador de São Miguel do Guamá em 2016, 2012, 2008 e 2000. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por PA: 3.463 votos. Na campanha de 2020 para vereador em São Miguel do Guamá/PA, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 700 de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 6 mil), militância e mobilização de rua (R$ 4 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 13 mil em 2018 e R$ 14 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

156 votos em 2020 · 9 eleições

A votação de José Paulo de Lira Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 12 mil em receitas · R$ 12 mil em gastos

Junior Lira declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em São Miguel do Guamá (PA) em 2008, 2012, 2016 e 2020, e deputado estadual por Pará em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 700 de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 6 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 4 mil). Em 2018, R$ 13 mil em gastos contratados; em 2016, R$ 14 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 12 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 12 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 13 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas6de 2008 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, São Miguel do Guamá (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
doações de pessoas
FEFC 81% · pessoas 6% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 12 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por adesivosR$ 6 mil52,8%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 4 mil31,0%
  • Materiais impressosR$ 1 mil9,0%
  • Locação/cessão de bens móveis (exceto veículos)R$ 6005,2%
  • Outras 2 categoriasR$ 2412,1%
2018Deputado estadual, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 17 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 23% · pessoas 45% · próprios 32%
Gasto contratado
R$ 13 mil
pago: R$ 9 mil (70%)
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil31,3%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 4 mil29,8%
  • Publicidade por adesivosR$ 2 mil11,5%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1 mil9,7%
  • Outras 4 categoriasR$ 2 mil17,7%
2016Vereador, São Miguel do Guamá (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 14 mil
doações de pessoas
pessoas 49% · próprios 51%
Gasto contratado
R$ 14 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil24,4%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 2 mil15,9%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil14,8%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil14,1%
  • Outras 5 categoriasR$ 4 mil30,8%
Ver as 3 campanhas anteriores
2014Deputado estadual, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 50 mil
7 doadores pessoas físicas
partido 1% · pessoas 76% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 50 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 31 mil61,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 12 mil24,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil7,8%
  • Publicidade por carros de somR$ 2 mil3,1%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 100 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil3,5%
2012Vereador, São Miguel do Guamá (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 24 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 60% · empresas 5% · próprios 35%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 7 mil70,9%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 1 mil13,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil12,8%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3003,3%
2008Vereador, São Miguel do Guamá (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
3 doadores pessoas físicas
partido 10% · pessoas 90% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 7 mil68,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 7567,5%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1211,2%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 800 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil22,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 2008, 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892