Raimundo Paizim (Raimundo Lisboa da Silva) disputou 6 eleições entre 1996 e 2016, para vereador e vice-prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Nova Ipixuna em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2004, para vereador em Nova Ipixuna/PA: 311 votos.
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Evolução da votação nas eleições
54 votos em 2016 · 6 eleições
A votação de Raimundo Lisboa da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Candidaturas
6 candidaturas · eleito em 2000 e 2004
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2016SUPLENTE54LNova Ipixuna, Pará · 64 anos · Parda · Ensino fundamental incompleto · Servidor Público Municipal · PTB · nº 14611 · ver resultado completo
Vereador · 2000ELEITO · MÉDIA171LNova Ipixuna, Pará · 48 anos · Ensino fundamental incompleto · Servidor Publico Municipal · PSD · nº 41644 · ver resultado completo
Vereador · 1996SUPLENTE95LNova Ipixuna, Pará · 44 anos · Ensino fundamental incompleto · Comerciario · PTB · nº 14611 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.