Suely (Ana Suely Maia de Oliveira) disputou 4 eleições entre 2000 e 2010, para deputada estadual, deputada federal e vereadora, segundo os dados do TSE. Ela foi eleita 2 vezes: vereadora de Belém em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2006, para deputada federal por PA: 50.224 votos. Na campanha de 2010 para deputada estadual por PA, declarou R$ 332 mil em receitas: R$ 94 mil de outras campanhas, R$ 184 mil de doações privadas (37 doadores), R$ 40 mil de empresas e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 332 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 59 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 57 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 52 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 107 mil.
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Evolução da votação nas eleições
20.009 votos em 2010 · 4 eleições
A votação de Ana Suely Maia de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2010: R$ 332 mil em receitas · R$ 332 mil em gastos contratados
Suely declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada federal por Pará em 2006, e deputada estadual por Pará em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 332 mil em receitas: R$ 94 mil de outras campanhas, R$ 184 mil de doações privadas (37 doadores), R$ 40 mil de empresas e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 332 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 59 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 57 mil). Em 2006, R$ 107 mil em gastos contratados.
Receitas em 2010R$ 332 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 332 milcontratados
Gastos em 2006R$ 107 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 58% · pessoas 2% · empresas 12% · próprios 28%
Gasto contratado
R$ 107 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Serviços de terceirosR$ 13 mil12,3%
Materiais impressosR$ 6 mil5,6%
Locação de imóveisR$ 4 mil3,9%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil3,2%
Outras 13 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 80 mil74,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000ELEITO4.794LBelém, Pará · 43 anos · Superior completo · Servidor Publico Estadual · PT · nº 13623 · ver resultado completo
Coligação: PT / PC do B
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.