Nemias Valentim (Nehemias Guedes Valentim) disputou 8 eleições entre 1996 e 2020, para vereador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 5 vezes: vereador de Belém em 2016, 2012, 2008, 2004 e 1996. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por PA: 13.607 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Belém/PA, declarou R$ 128 mil em receitas: R$ 120 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 123 mil, principalmente com pessoal (R$ 82 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 32 mil) e impostos, contribuições e taxas (R$ 4 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 62 mil em 2016 e R$ 45 mil em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
2.653 votos em 2020 · 8 eleições
A votação de Nehemias Guedes Valentim em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 128 mil em receitas · R$ 123 mil em gastos
Nemias Valentim declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Belém (PA) em 2008, 2012, 2016 e 2020, e deputado estadual por Pará em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 128 mil em receitas: R$ 120 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 123 mil, principalmente com pessoal (R$ 82 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 32 mil). Em 2016, R$ 62 mil em gastos contratados; em 2012, 60% dos R$ 45 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2020R$ 128 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 123 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 62 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 9% · pessoas 40% · próprios 51%
Gasto contratado
R$ 34 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 11 mil32,4%
Materiais impressosR$ 7 mil22,0%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil5,3%
Serviços de terceirosR$ 1 mil3,8%
Outras 7 categoriasR$ 12 mil36,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2004ELEITO9.521LBelém, Pará · 53 anos · Superior completo · Administrador · PSDB · nº 45626 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2000SUPLENTE4.989LBelém, Pará · 49 anos · Superior completo · Administrador · PSDB · nº 45626 · ver resultado completo
Vereador · 1996ELEITO5.181LBelém, Pará · 45 anos · Superior completo · Psicologo · PSDB · nº 45626 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.