Carmona (Raimundo Aldemar Campos Carmona) disputou 9 eleições entre 2000 e 2024, para vereador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2000, para vereador em Belém/PA: 144 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Monte Alegre/PA, declarou R$ 200 em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 200, principalmente com serviços de terceiros (R$ 100) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 100). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 mil em 2014 e R$ 480 em 2010.
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Evolução da votação nas eleições
3 votos em 2024 · 9 eleições
A votação de Raimundo Aldemar Campos Carmona em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 200 em receitas · R$ 200 em gastos contratados
Carmona declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Pará em 2010 e 2014, e vereador em Monte Alegre (PA) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 200 em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 200, principalmente com serviços de terceiros (R$ 100) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 100). Em 2014, R$ 3 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 480 em gastos contratados.
Gastos em 2016R$ 200contratados, campanha encerrada
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 201224não eleitoLMonte Alegre, Pará · 59 anos · Ensino médio completo · Corretor de Imóveis, Seguros, Títulos e Valores · PDT · nº 12345 · ver resultado completoprestação de contas
Deputado Estadual · 2010VOTOS ANULADOSRENÚNCIA55GPA · 57 anos · Ensino médio completo · Motorista Particular · PR · nº 22788 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2008—LBelém, Pará · 55 anos · Ensino médio completo · Vendedor de Comércio Varejista e Atacadista · PR · nº 22588 · registro constava como indeferido nos dados do TSE · ver a eleição
Vereador · 2004SUPLENTE41LBelém, Pará · 51 anos · Ensino médio incompleto · Vendedor de Comercio Varejista e Atacadista · PL · nº 22640 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2000SUPLENTE144LBelém, Pará · 47 anos · Ensino médio incompleto · PDT · nº 12888 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.