6 eleições entre 1998 e 2018 · último partido PATRIOTA
58 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Empresário
Milton Rodrigues (Milton Ferreira Rodrigues) disputou 6 eleições entre 1998 e 2018, para deputado estadual e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Cuiabá em 2000. A maior votação foi em 1998, para deputado estadual por MT: 8.201 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por MT, declarou R$ 4 mil em receitas, de outras campanhas. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 123 mil em 2014 e R$ 9 mil em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
279 votos em 2018 · 6 eleições
A votação de Milton Ferreira Rodrigues em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 4 mil em receitas
Milton Rodrigues declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Cuiabá (MT) em 2012, e deputado estadual por Mato Grosso em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 4 mil em receitas, de outras campanhas. Em 2014, R$ 123 mil em gastos contratados; em 2012, 49% dos R$ 9 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.
Receitas em 2018R$ 4 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 123 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 45% · pessoas 44% · empresas 11%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil48,7%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2 mil27,2%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil19,8%
Materiais impressosR$ 3964,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000ELEITO2.548LCuiabá, Mato Grosso · 40 anos · Superior incompleto · Locutor e Comentarista de Rádio e Televisão e Radialista · PMDB · nº 15333 · ver resultado completo
Coligação: PMDB / PDT / PC do B / PSN / PST
Deputado Estadual · 1998SUPLENTE8.201GMT · 38 anos · Superior incompleto · Vendedor Pracista, Representante, Caixeiro-Viajante e Assemelhados · PSD · nº 41258 · ver resultado completo
Coligação: PMDB / PSD / PSDC
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.