Paulo Rogério

Foto de Paulo Rogerio Feliciano Barbosa
Paulo Rogério
Paulo Rogerio Feliciano Barbosa (nome civil)
6 eleições entre 2000 e 2016 · último partido PMN
39 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Servidor Público Municipal

Paulo Rogério (Paulo Rogério Feliciano Barbosa) disputou 6 eleições entre 2000 e 2016, para vereador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Ladário em 2016 e 2004. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por MS: 464 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Ladário/MS, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 203 de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil), pessoal (R$ 900) e serviços de terceiros (R$ 326). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 5 mil em 2012 (65% com publicidade por materiais impressos) e R$ 4 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

241 votos em 2016 (eleito) · 6 eleições

A votação de Paulo Rogerio Feliciano Barbosa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos contratados

Paulo Rogério declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Mato Grosso do Sul em 2006, vereador em Ladário (MS) em 2008 e 2016, e vereador em Corumbá (MS) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 203 de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil) e pessoal (R$ 900). Em 2012, 65% dos R$ 5 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, 42% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2016R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 2 milcontratados
Gastos em 2012R$ 5 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2008, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Ladário (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 8% · pessoas 51% · próprios 41%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil42,4%
  • PessoalR$ 90036,7%
  • Serviços de terceirosR$ 32613,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1204,9%
  • Outras 2 categoriasR$ 662,7%
2012Vereador, Corumbá (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 11 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 43% · pessoas 48% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil64,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 78015,1%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 77815,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2625,1%
2008Vereador, Ladário (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 2 mil41,7%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 2 mil40,3%
  • Serviços de terceirosR$ 64914,7%
  • Energia elétricaR$ 902,0%
  • Outras 2 categoriasR$ 591,3%
Ver a campanha anterior
2006Deputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 53% · próprios 47%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil17,7%
  • PessoalR$ 1 mil7,0%
  • Materiais de expedienteR$ 7114,5%
  • Materiais impressosR$ 6304,0%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 998 lançados como "diversas a especificar"R$ 10 mil66,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2004 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892