- PessoalR$ 165 mil17,8%
- Materiais impressosR$ 137 mil14,8%
- Serviços de terceirosR$ 82 mil8,9%
- Locação de imóveisR$ 6 mil0,6%
- Serviços de terceirosR$ 1 mil0,1%
- Outras 10 categoriasinclui R$ 328 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 535 mil57,8%
Bittar (Jorge Ricardo Bittar) disputou 10 eleições entre 1986 e 2014, para deputado federal, prefeito, vereador e governador. Ele foi eleito 5 vezes: deputado federal em 2010, 2006, 2002 e 1998; vereador de Rio de Janeiro em 1996. A maior votação foi em 1990, para governador por RJ: 1.040.227 votos. Na campanha de 2014 para deputado federal por RJ, declarou R$ 926 mil em receitas: R$ 573 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 74 mil de doações privadas (37 doadores), R$ 110 mil de empresas e R$ 169 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 926 mil, principalmente com pessoal (R$ 165 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 137 mil) e serviços de terceiros (R$ 82 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,6 milhão em 2010 e R$ 666 mil em 2006.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Jorge Ricardo Bittar em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Bittar declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Rio de Janeiro em 2006, 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 926 mil em receitas: R$ 573 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 74 mil de doações privadas (37 doadores), R$ 110 mil de empresas e R$ 169 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 926 mil, principalmente com pessoal (R$ 165 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 137 mil). Em 2010, R$ 1,6 milhão em gastos contratados; em 2006, R$ 666 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.