Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Zé Leandro (José Leandro Filho) disputou 9 eleições entre 1994 e 2020, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Ouro Preto em 2012 e 1996. A maior votação foi em 1994, para deputado estadual por MG: 21.547 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Ouro Preto/MG, declarou R$ 148 mil em receitas: R$ 40 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 50 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 58 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 146 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 69 mil), publicidade por adesivos (R$ 18 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 10 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 30 mil em 2018 (55% com pessoal) e R$ 337 mil em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
6.753 votos em 2020 (anulados) · 9 eleições
A votação de José Leandro Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 148 mil em receitas · R$ 146 mil em gastos
Zé Leandro declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Ouro Preto (MG) em 2008, 2012 e 2020, e deputado estadual por Minas Gerais em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 148 mil em receitas: R$ 40 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 50 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 58 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 146 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 69 mil) e publicidade por adesivos (R$ 18 mil). Em 2018, 55% dos R$ 30 mil em gastos foram com pessoal; em 2012, R$ 337 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 148 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 146 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 30 milcampanha encerrada; tudo pago
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 38 mil13,2%
Publicidade por jornais e revistasR$ 30 mil10,3%
Outras 9 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 96 mil33,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Prefeito · 2020VOTOS ANULADOSINDEFERIDO6.753LOuro Preto, Minas Gerais · 77 anos · Parda · Superior completo · Médico · PSC · nº 20 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completo
Prefeito · 1996ELEITO16.424LOuro Preto, Minas Gerais · 53 anos · Superior completo · Medico · PL · nº 22 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1994SUPLENTE21.547GMG · 51 anos · Superior completo · Medico · PL · nº 22226 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.