Tiãozinho

Foto de Sebastião Cordeiro de Sá
Tiãozinho
Sebastião Cordeiro de Sá (nome civil)
4 eleições entre 2000 e 2016 · último partido PTB
61 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Trabalhador Rural
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Tiãozinho (Sebastião Cordeiro de Sá) disputou 4 eleições entre 2000 e 2016, para vereador e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Montezuma em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2000, para prefeito em Montezuma/MG: 2.005 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Montezuma/MG, declarou R$ 850 em receitas: R$ 140 de outras campanhas e R$ 710 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 845, principalmente com serviços de terceiros (R$ 700), publicidade por materiais impressos (R$ 140) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 5). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 9 mil, 46% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

35 votos em 2016 (anulados) · 4 eleições

A votação de Sebastião Cordeiro de Sá em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 850 em receitas · R$ 845 em gastos contratados

Tiãozinho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Montezuma (MG) em 2012, e vereador em Montezuma (MG) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 850 em receitas: R$ 140 de outras campanhas e R$ 710 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 845, principalmente com serviços de terceiros (R$ 700) e publicidade por materiais impressos (R$ 140). Em 2012, 46% dos R$ 9 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 850campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 845contratados
Gastos em 2012R$ 9 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Montezuma (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 850
doações de pessoas
partido e outras campanhas 16% · pessoas 84%
Gasto contratado
R$ 845
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 70082,8%
  • Materiais impressosR$ 14016,6%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 50,6%
2012Prefeito, Montezuma (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 13 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 6% · pessoas 40% · empresas 24% · próprios 30%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil46,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 4 mil45,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 7758,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2000 e 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892