Maria Ines de Castro Mendes

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Maria Ines de Castro Mendes
5 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PDT
60 anos em 2016 · Feminino · Ensino fundamental completo
Dona de Casa
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Maria Ines (Maria Inês de Castro Mendes) disputou 5 eleições entre 1996 e 2016, para vereadora, vice-prefeita e prefeita. Ela foi eleita 2 vezes: prefeita de Marliéria em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2000, para prefeita em Marliéria/MG: 1.471 votos. Na campanha de 2016 para vereadora em Marliéria/MG, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 39 do Fundo Partidário, R$ 190 de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil), serviços de terceiros (R$ 1 mil) e pessoal (R$ 400). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 13 mil.

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Evolução da votação nas eleições

60 votos em 2016 · 5 eleições

A votação de Maria Ines de Castro Mendes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoVereadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 5 mil em receitas · R$ 5 mil em gastos contratados

Maria Ines declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeita em Marliéria (MG) em 2008, e vereadora em Marliéria (MG) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 39 do Fundo Partidário, R$ 190 de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e serviços de terceiros (R$ 1 mil). Em 2008, R$ 13 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 5 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 5 milcontratados
Gastos em 2008R$ 13 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereadora, Marliéria (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
3 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário menos de 1% · partido e outras campanhas 4% · pessoas 54% · próprios 42%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil35,9%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil21,4%
  • PessoalR$ 4008,6%
  • Publicidade por adesivosR$ 501,1%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil33,0%
2008Prefeita, Marliéria (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 40 mil
44 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 17% · pessoas 18% · empresas 2% · próprios 62%
Gasto contratado
R$ 13 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil21,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil21,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil8,4%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1010,8%
  • Outras 1 categoriaR$ 6 mil48,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleita em 1996 e 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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Maria Ines de Castro Mendes (Maria Ines): candidaturas e votos · Radar do Voto