Murilo Domingos

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Murilo Domingos
7 eleições entre 1986 e 2014 · último partido PR
73 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Empresário

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Murilo Domingos disputou 7 eleições entre 1986 e 2014, para deputado federal, prefeito e senador. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Várzea Grande em 2008 e 2004; deputado federal em 1998 e 1994. A maior votação foi em 2002, para senador por MT: 287.183 votos. Na campanha de 2014 para deputado federal por MT, declarou R$ 671 mil em receitas: R$ 693 de doações privadas e R$ 670 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 679 mil, principalmente com pessoal (R$ 223 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 105 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 68 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2,8 milhões.

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Evolução da votação nas eleições

14.363 votos em 2014 · 7 eleições

A votação de Murilo Domingos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

SenadorDep. FederalPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 671 mil em receitas · R$ 679 mil em gastos contratados

Murilo Domingos declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Várzea Grande (MT) em 2008, e deputado federal por Mato Grosso em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 671 mil em receitas: R$ 693 de doações privadas e R$ 670 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 679 mil, principalmente com pessoal (R$ 223 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 105 mil). Em 2008, R$ 2,8 milhões em gastos contratados.

Receitas em 2014R$ 671 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 679 milcontratados
Gastos em 2008R$ 2,8 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
2014Deputado federal, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 671 mil
doações de pessoas
pessoas menos de 1% · empresas 99%
Gasto contratado
R$ 679 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 223 mil32,8%
  • Materiais impressosR$ 105 mil15,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 68 mil10,0%
  • Serviços de terceirosR$ 30 mil4,4%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 181 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 253 mil37,3%
2008Prefeito, Várzea Grande (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,8 milhões
306 doadores pessoas físicas
pessoas 4% · empresas 96%
Gasto contratado
R$ 2,8 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 1 milhão36,8%
  • Materiais impressosR$ 386 mil13,6%
  • Serviços de terceirosR$ 161 mil5,7%
  • Publicidade por carros de somR$ 154 mil5,4%
  • Outras 22 categoriasinclui R$ 443 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 1,1 milhão38,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 1998, 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892