7 eleições entre 2000 e 2020 · último partido AVANTE
44 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Empresário
redes informadas ao TSE
Roberto Carlos (Roberto Carlos Muniz) disputou 7 eleições entre 2000 e 2020, para vereador, deputado federal e prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Ipatinga em 2012 e 2008. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por MG: 36.135 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Ipatinga/MG, declarou R$ 89 mil em receitas: R$ 7 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 69 mil de doações privadas (15 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 68 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 37 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 10 mil) e pessoal (R$ 5 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 392 mil em 2018 (60% com militância e mobilização de rua) e R$ 408 mil em 2016.
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
948 votos em 2020 · 7 eleições
A votação de Roberto Carlos Muniz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2020: R$ 89 mil em receitas · R$ 68 mil em gastos
Roberto Carlos declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Ipatinga (MG) em 2008, 2012 e 2020, deputado federal por Minas Gerais em 2014 e 2018, e prefeito em Ipatinga (MG) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 89 mil em receitas: R$ 7 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 69 mil de doações privadas (15 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 68 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 37 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 10 mil). Em 2018, 60% dos R$ 392 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua; em 2016, R$ 408 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 89 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 68 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 392 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 2% · pessoas 43% · próprios 55%
Gasto contratado
R$ 46 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 8 mil17,9%
PessoalR$ 5 mil11,5%
AlimentaçãoR$ 4 mil7,9%
Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil5,9%
Outras 10 categoriasinclui R$ 530 lançados como "diversas a especificar"R$ 26 mil56,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000SUPLENTE442LIpatinga, Minas Gerais · 24 anos · Superior incompleto · Administrador · PTB · nº 14620 · ver resultado completo
Coligação: PSL / PTB
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.