Geraldo Coutinho

Foto de Geraldo Coutinho de Oliveira
Geraldo Coutinho
Geraldo Coutinho de Oliveira (nome civil)
5 eleições entre 1996 e 2012 · último partido PMDB
75 anos em 2012 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Aposentado (exceto Servidor Público)
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Geraldo Coutinho (Geraldo Coutinho de Oliveira) disputou 5 eleições entre 1996 e 2012, para prefeito. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Goianá em 2008. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Goianá/MG: 1.680 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Goianá/MG, declarou R$ 19 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Partidário e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 7 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 5 mil) e pessoal (R$ 2 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 10 mil, 46% com combustíveis e lubrificantes.

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Evolução da votação nas eleições

1.172 votos em 2012 · 5 eleições

A votação de Geraldo Coutinho de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 19 mil em receitas · R$ 15 mil em gastos contratados

Geraldo Coutinho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Goianá (MG) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 19 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Partidário e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 7 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 5 mil). Em 2008, 46% dos R$ 10 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.

Receitas em 2012R$ 19 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 15 milcontratados
Gastos em 2008R$ 10 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2012Prefeito, Goianá (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 19 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 52% · próprios 48%
Gasto contratado
R$ 15 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 7 mil44,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil32,6%
  • PessoalR$ 2 mil13,0%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil9,8%
2008Prefeito, Goianá (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
11 doadores pessoas físicas
pessoas 28% · empresas 71% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil46,2%
  • Materiais impressosR$ 1 mil14,1%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 5525,6%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 540,5%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 511 lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil33,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892