Tilden José Santiago

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Tilden José Santiago
8 eleições entre 1986 e 2020 · último partido PSOL
80 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Jornalista e Redator
redes informadas ao TSE
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Tilden Santiago (Tilden José Santiago) disputou 8 eleições entre 1986 e 2020, para vereador, deputado federal, 2º suplente senador e senador. Ele foi eleito 4 vezes: 2º suplente senador em 2010; deputado federal em 1998, 1994 e 1990. A maior votação foi em 2002, para senador por MG: 3.301.171 votos. Na campanha de 2014 para deputado federal por MG, declarou R$ 277 mil em receitas: R$ 52 mil de outros recursos do partido, R$ 9 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 215 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 319 mil, principalmente com pessoal (R$ 122 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 59 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 38 mil).

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Evolução da votação nas eleições

4.323 votos em 2014 · 8 eleições

A votação de Tilden José Santiago em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 277 mil em receitas · R$ 319 mil em gastos contratados

Tilden Santiago declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado federal por Minas Gerais em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 277 mil em receitas: R$ 52 mil de outros recursos do partido, R$ 9 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 215 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 319 mil, principalmente com pessoal (R$ 122 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 59 mil).

Gastos em 2014R$ 319 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22014 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
2020Vereador, Contagem (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2014Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 277 mil
3 doadores pessoas físicas
partido 19% · pessoas 3% · empresas 78%
Gasto contratado
R$ 319 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 122 mil38,3%
  • Materiais impressosR$ 59 mil18,5%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 38 mil11,8%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 21 mil6,6%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 50 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 79 mil24,8%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 1994, 1998 e 2010

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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