- Materiais impressosR$ 3 mil15,1%
- Serviços de terceirosR$ 2 mil11,6%
- Locação de imóveisR$ 1 mil7,9%
- Materiais impressosR$ 1 mil5,9%
- PessoalR$ 7004,1%
- Outras 10 categoriasinclui R$ 380 lançados como "diversas a especificar"R$ 10 mil55,4%
Adilson Paganelli (Adilson Gonçalves de Oliveira Paganelli) disputou 4 eleições entre 2000 e 2016, para prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Conceição do Rio Verde em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Conceição do Rio Verde/MG: 5.997 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Conceição do Rio Verde/MG, declarou R$ 17 mil em receitas: R$ 10 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com comícios (R$ 5 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e serviços de terceiros (R$ 2 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 18 mil, 70% com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Adilson Gonçalves de Oliveira Paganelli em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Adilson Paganelli declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Conceição do Rio Verde (MG) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 17 mil em receitas: R$ 10 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com comícios (R$ 5 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil). Em 2008, 70% dos R$ 18 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.