Jackson Lago (Jackson Kepler Lago) disputou 10 eleições entre 1974 e 2010, para governador, prefeito, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 4 vezes: governador em 2006; prefeito de São Luís em 2000 e 1996; deputado estadual em 1974. A maior votação foi em 2006, para governador por MA: 1.393.754 votos. Na campanha de 2010 para governador por MA, declarou R$ 898 mil em receitas: R$ 400 mil do Fundo Partidário, R$ 100 mil de outros recursos do partido, R$ 139 mil de doações privadas (15 doadores) e R$ 259 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 926 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 320 mil), serviços de terceiros (R$ 120 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 56 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 3,4 milhões.
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Evolução da votação nas eleições
569.412 votos em 2010 · 10 eleições
A votação de Jackson Kepler Lago em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2010: R$ 898 mil em receitas · R$ 926 mil em gastos contratados
Jackson Lago declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: governador por Maranhão em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 898 mil em receitas: R$ 400 mil do Fundo Partidário, R$ 100 mil de outros recursos do partido, R$ 139 mil de doações privadas (15 doadores) e R$ 259 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 926 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 320 mil) e serviços de terceiros (R$ 120 mil). Em 2006, R$ 3,4 milhões em gastos contratados.
Receitas em 2010R$ 898 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 926 milcontratados
Gastos em 2006R$ 3,4 milhõescontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 20% · pessoas 17% · empresas 63%
Gasto contratado
R$ 3,4 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
Transporte ou deslocamentoR$ 728 mil21,6%
Materiais impressosR$ 557 mil16,5%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 546 mil16,2%
Publicidade por carros de somR$ 339 mil10,1%
Outras 18 categoriasR$ 1,2 milhão35,6%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Prefeito · 19962º turnoELEITO169.015LSão Luís, Maranhão · 62 anos · Superior completo · Medico · PDT · nº 12 · ver resultado completo
Prefeito · 19961º turno2º TURNO146.091LSão Luís, Maranhão · 62 anos · Superior completo · Medico · PDT · nº 12 · ver resultado completo
Governador · 1994NÃO ELEITO231.528GMA · 60 anos · Superior completo · Medico · PDT · nº 121 · ver resultado completo
Deputado Federal · 198638.676não eleitoGMA · 52 anos · PDT · nº 1212 · ver resultado completo
Deputado Federal · 19824.751não eleitoGMA · 48 anos · PDT · ver resultado completo
Deputado Federal · 1978SUPLENTE24.203GMA · 44 anos · MDB · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1974ELEITO8.477GMA · 40 anos · MDB · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.