Betim

Foto de Eriberto Marcolino de Oliveira
Betim
Eriberto Marcolino de Oliveira (nome civil)
4 eleições entre 2000 e 2012 · último partido PSC
41 anos em 2012 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Comerciante
Comparar ›

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Betim (Eriberto Marcolino de Oliveira) disputou 4 eleições entre 2000 e 2012, para prefeito, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: vice-prefeito de Bugre em 2008; vereador de Bugre em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Bugre/MG: 1.792 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Bugre/MG, declarou R$ 39 mil em receitas: R$ 11 mil de doações privadas (4 doadores), R$ 8 mil de empresas e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 26 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil), locação/cessão de bens móveis (R$ 8 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil).

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

1.792 votos em 2012 · 4 eleições

A votação de Eriberto Marcolino de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 39 mil em receitas · R$ 26 mil em gastos contratados

Betim declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Bugre (MG) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 39 mil em receitas: R$ 11 mil de doações privadas (4 doadores), R$ 8 mil de empresas e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 26 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil) e locação/cessão de bens móveis (R$ 8 mil).

Receitas em 2012R$ 39 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 26 milcontratados
Campanhas12012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2012Prefeito, Bugre (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 39 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 28% · empresas 22% · próprios 50%
Gasto contratado
R$ 26 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 12 mil44,8%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 8 mil32,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil12,0%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 3 mil9,6%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 20 lançados como "diversas a especificar"R$ 3451,3%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2000, 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892