49 anos em 2008 · Masculino · Ensino médio incompleto
Trabalhador Rural
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Beto (João Alberto Ribeiro de Matos) disputou 3 eleições entre 1996 e 2008, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 1996, para vereador em Brasília de Minas/MG: 212 votos. Na campanha de 2008 para vereador em Brasília de Minas/MG, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 98 de outras campanhas, R$ 901 de doações privadas (7 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 300), publicidade por materiais impressos (R$ 185) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 175).
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Evolução da votação nas eleições
203 votos em 2008 · 3 eleições
A votação de Joao Alberto Ribeiro de Matos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2008: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos contratados
Beto declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Brasília de Minas (MG) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 98 de outras campanhas, R$ 901 de doações privadas (7 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 300) e publicidade por materiais impressos (R$ 185).
partido e outras campanhas 5% · pessoas 43% · próprios 53%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 30014,2%
Materiais impressosR$ 1858,8%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1758,3%
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1296,1%
Outras 2 categoriasinclui R$ 24 lançados como "diversas a especificar"R$ 1 mil62,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000SUPLENTE139LBrasília de Minas, Minas Gerais · 41 anos · Ensino fundamental incompleto · PMDB · nº 15611 · ver resultado completo
Coligação: PTB / PMDB / PPS / PSB
Vereador · 1996SUPLENTE212LBrasília de Minas, Minas Gerais · 37 anos · Ensino fundamental completo · Fazendeiro · PSD · nº 41601 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.