Dr. Heraldo

Dr. Heraldo
Heraldo Gomes Rangel (nome civil)
2 eleições entre 2000 e 2008 · PMDB
55 anos em 2008 · Masculino · Superior completo
Médico

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dr. Heraldo (Heraldo Gomes Rangel) disputou 2 eleições entre 2000 e 2008, para prefeito. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Brasilândia de Minas em 2000. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Brasilândia de Minas/MG: 3.340 votos. Na campanha de 2008 para prefeito em Brasilândia de Minas/MG, declarou R$ 69 mil em receitas: R$ 5 mil de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas (7 doadores), R$ 21 mil de empresas e R$ 38 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 69 mil, principalmente com comícios (R$ 17 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 13 mil) e serviços de terceiros (R$ 10 mil).

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Evolução da votação nas eleições

3.340 votos em 2008 · 2 eleições

A votação de Heraldo Gomes Rangel em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2008: R$ 69 mil em receitas · R$ 69 mil em gastos contratados

Dr. Heraldo declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Brasilândia de Minas (MG) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 69 mil em receitas: R$ 5 mil de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas (7 doadores), R$ 21 mil de empresas e R$ 38 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 69 mil, principalmente com comícios (R$ 17 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 13 mil).

Receitas em 2008R$ 69 milcampanha encerrada
Gastos em 2008R$ 69 milcontratados
Campanhas12008

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2008Prefeito, Brasilândia de Minas (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 69 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 7% · pessoas 7% · empresas 30% · próprios 56%
Gasto contratado
R$ 69 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • ComíciosR$ 17 mil23,9%
  • Materiais impressosR$ 13 mil18,6%
  • Serviços de terceirosR$ 10 mil14,4%
  • Publicidade por carros de somR$ 5 mil7,2%
  • Outras 8 categoriasR$ 25 mil35,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleito em 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892