- Materiais impressosR$ 2 mil45,9%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 64818,5%
- Serviços de terceirosR$ 60017,1%
- Cessão ou locação de veículosR$ 3008,6%
- Outras 3 categoriasinclui R$ 0 lançados como "diversas a especificar"R$ 3459,9%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Brazão (Ugastom Lima Rocha) disputou 7 eleições entre 1996 e 2016, para vereador, deputado federal e prefeito. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Ataléia em 2012. A maior votação foi em 1998, para deputado federal por MG: 984 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Ataléia/MG, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 106 de outras campanhas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 648) e serviços de terceiros (R$ 600). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 813 em 2012 (55% com combustíveis e lubrificantes) e R$ 2 mil em 2008.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Ugastom Lima Rocha em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Brazão declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Minas Gerais em 2006, e vereador em Ataléia (MG) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 106 de outras campanhas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 648). Em 2012, 55% dos R$ 813 em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes; em 2008, R$ 2 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.