Maria Lúcia Professora

Foto de Maria Lucia Dias dos Santos
Maria Lúcia Professora
Maria Lucia Dias dos Santos (nome civil)
3 eleições entre 2000 e 2016 · último partido PSDB
55 anos em 2016 · Feminino · Ensino médio completo
Professor de Ensino Fundamental
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Maria Lúcia Professora (Maria Lúcia Dias dos Santos) disputou 3 eleições entre 2000 e 2016, para vereadora, segundo os dados do TSE. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para vereadora em Nova Era/MG: 59 votos. Na campanha de 2016 para vereadora em Nova Era/MG, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 102 de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 300 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 601) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 200). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 293, 68% com combustíveis e lubrificantes.

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Evolução da votação nas eleições

59 votos em 2016 · 3 eleições

A votação de Maria Lucia Dias dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 3 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos contratados

Maria Lúcia Professora declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Antônio Dias (MG) em 2008, e vereadora em Nova Era (MG) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 102 de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 300 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 601). Em 2008, 68% dos R$ 293 em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.

Receitas em 2016R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 3 milcontratados
Gastos em 2008R$ 293contratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereadora, Nova Era (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 86% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil63,8%
  • Materiais impressosR$ 60121,1%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2007,0%
  • Serviços de terceirosR$ 1816,3%
  • Outras 2 categoriasR$ 501,8%
2008Vereadora, Antônio Dias (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 293
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 32% · próprios 68%
Gasto contratado
R$ 293
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 20068,3%
  • Outras 1 categoriaR$ 9331,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892