Precata (Luiz Carlos da Silva) disputou 11 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito, vereador, deputado federal e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2002, para deputado federal por MG: 3.467 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Antônio Carlos/MG, declarou R$ 30 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com pessoal (R$ 19 mil), serviços contábeis (R$ 5 mil) e serviços advocatícios (R$ 5 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 131 em 2012 (100% com publicidade por materiais impressos) e R$ 2 mil em 2010.
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Evolução da votação nas eleições
86 votos em 2020 · 11 eleições
A votação de Luiz Carlos da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 30 mil em receitas · R$ 30 mil em gastos
Precata declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado federal por Minas Gerais em 2006 e 2010, vereador em Antônio Carlos (MG) em 2008 e 2012, e prefeito em Antônio Carlos (MG) em 2020 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 30 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com pessoal (R$ 19 mil) e serviços contábeis (R$ 5 mil). Em 2020, 57% dos R$ 7 mil em gastos foram com locação de imóveis; em 2012, 100% dos R$ 131 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2020R$ 30 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 30 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 7 milcampanha encerrada; tudo pago
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2004—LAntônio Carlos, Minas Gerais · 57 anos · Ensino fundamental incompleto · Empresario · PL · nº 22111 · registro constava como indeferido nos dados do TSE · ver a eleiçãoprestação de contas
Deputado Federal · 2002SUPLENTE3.467GMG · 55 anos · Ensino fundamental incompleto · Produtor Agropecuario · PL · nº 2214 · ver resultado completo
Coligação: PT / PC do B / PMN / PL
Prefeito · 2000NÃO ELEITO133LAntônio Carlos, Minas Gerais · 53 anos · Lê e escreve · PL · nº 22 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1998SUPLENTE215GMG · 51 anos · Ensino fundamental completo · Diretor de Empresas · PL · nº 22202 · ver resultado completo
Coligação: PL / PPS / PSL
Prefeito · 1996NÃO ELEITO431LAntônio Carlos, Minas Gerais · 49 anos · Ensino fundamental incompleto · Jornalista · PL · nº 22 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.