
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Osorio Adriano (Osório Adriano Filho) disputou 7 eleições entre 1986 e 2010, para 1º suplente senador, deputado federal e senador. Ele foi eleito 2 vezes: deputado federal em 1994 e 1990. A maior votação foi em 1986, para senador por DF: 68.211 votos. Na campanha de 2010 para 1º suplente senador por DF, declarou R$ 200 mil em receitas, de outros recursos do partido. Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1,8 milhão.
A votação de Osorio Adriano Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Osorio Adriano declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Distrito Federal em 2006, e 1º suplente senador por Distrito Federal em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 200 mil em receitas, de outros recursos do partido. Em 2006, R$ 1,8 milhão em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.