Jutahy Magalhaes Junior

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Jutahy Magalhaes Junior
11 eleições entre 1978 e 2018 · último partido PSDB
63 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Deputado
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Jutahy Magalhães Júnior disputou 11 eleições entre 1978 e 2018, para senador, deputado federal, governador e deputado estadual. Ele foi eleito 9 vezes: deputado federal em 2014, 2010, 2006, 2002, 1998, 1990, 1986 e 1982; deputado estadual em 1978. A maior votação foi em 2018, para senador por BA: 948.541 votos. Na campanha de 2018 para senador por BA, declarou R$ 2 milhões em receitas: R$ 1,5 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 445 mil do Fundo Partidário, R$ 14 mil de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual) e R$ 27 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1 milhão), serviços de terceiros (R$ 231 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 175 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3,8 milhões em 2014 e R$ 2,4 milhões em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

948.541 votos em 2018 · 11 eleições

A votação de Jutahy Magalhaes Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. FederalGovernadorSenador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 2 milhões em receitas · R$ 2 milhões em gastos

Jutahy Magalhães Júnior declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Bahia em 2006, 2010 e 2014, e senador por Bahia em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 2 milhões em receitas: R$ 1,5 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 445 mil do Fundo Partidário, R$ 14 mil de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual) e R$ 27 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1 milhão) e serviços de terceiros (R$ 231 mil). Em 2014, R$ 3,8 milhões em gastos contratados; em 2010, R$ 2,4 milhões em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 2 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 2 milhõescampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 3,8 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Senador, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 milhões
doações de pessoas e uma vaquinha virtual
FEFC 75% · Fundo Partidário 22% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas menos de 1% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 2 milhões
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 231 mil11,7%
  • Materiais impressosR$ 175 mil8,9%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 25 mil1,3%
  • Locação de imóveisR$ 10 mil0,5%
  • Outras 14 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 132 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 1,5 milhão77,7%
2014Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3,8 milhões
9 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 6% · partido e outras campanhas 28% · pessoas 11% · empresas 56%
Gasto contratado
R$ 3,8 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 314 mil8,3%
  • Serviços de terceirosR$ 307 mil8,1%
  • PessoalR$ 168 mil4,4%
  • Locação de imóveisR$ 47 mil1,2%
  • Materiais impressosR$ 7 mil0,2%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 149 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 548 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 3 milhões77,8%
2010Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,4 milhões
doações de pessoas
partido e outras campanhas 11% · pessoas menos de 1% · empresas 89%
Gasto contratado
R$ 2,4 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 361 mil15,1%
  • Serviços de terceirosR$ 77 mil3,2%
  • Locação de imóveisR$ 2 milmenos de 0,1%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 23 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 931 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 2 milhões81,6%
Ver a campanha anterior
2006Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,1 milhão
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 2% · empresas 96% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1,1 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 123 mil10,7%
  • Serviços de terceirosR$ 87 mil7,6%
  • Locação de imóveisR$ 4 mil0,4%
  • Outras 17 categoriasinclui R$ 414 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 928 mil81,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

11 candidaturas · eleito em 2006, 2010 e 2014

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Jutahy Magalhaes Junior: candidaturas e votos · Radar do Voto