Tum

Foto de Wallison Oliveira Torres
Tum
Wallison Oliveira Torres (nome civil)
3 eleições entre 2018 e 2026 · último partido PSB
45 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Empresário
Candidato a Deputado Federal · Bahia · Eleições 2026 · PSB · nº 4021
Renúncia
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, na eleição de 2026 para deputado federal pela Bahia, Tum (PSB) teve 13 votos nas urnas, anulados segundo os dados do TSE (situação do registro: renúncia). Esses votos não entram nos votos válidos. Tum (Wallison Oliveira Torres) disputou 3 eleições entre 2018 e 2026, para deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 2018. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por BA: 72.416 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por BA, declarou R$ 416 mil em receitas: R$ 410 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 416 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 121 mil), militância e mobilização de rua (R$ 46 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 37 mil). Na campanha de 2018, já encerrada, gastou R$ 418 mil.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

13 votos em 2026 (anulados) · 3 eleições

A votação de Wallison Oliveira Torres em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 416 mil em receitas · R$ 416 mil em gastos

Tum declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Bahia em 2018, e deputado federal por Bahia em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 416 mil em receitas: R$ 410 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 416 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 121 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 46 mil). Em 2018, R$ 418 mil em gastos.

Receitas em 2022R$ 416 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 416 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 418 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas22018 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2022Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 416 mil
sem doações de pessoas
FEFC 99% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 416 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por adesivosR$ 121 mil29,1%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 46 mil11,0%
  • Materiais impressosR$ 37 mil8,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 32 mil7,7%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 95 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 181 mil43,4%
2018Deputado estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 424 mil
sem doações de pessoas
FEFC 35% · Fundo Partidário menos de 1% · partido e outras campanhas 1% · próprios 63%
Gasto contratado
R$ 418 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 127 mil30,3%
  • Serviços de terceirosR$ 61 mil14,6%
  • Materiais impressosR$ 42 mil10,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 31 mil7,5%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 84 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 156 mil37,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2018

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892