57 anos em 2020 · Masculino · Ensino fundamental completo
Servidor Público Municipal
Lazinho (Lázaro Antônio de Oliveira) disputou 7 eleições entre 1996 e 2020, para vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Catalão em 2004 e 1996. A maior votação foi em 2004, para vereador em Catalão/GO: 1.254 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Catalão/GO, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com pessoal (R$ 977) e publicidade por materiais impressos (R$ 190). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 4 mil em 2016 (80% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 3 mil em 2012.
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
204 votos em 2020 · 7 eleições
A votação de Lázaro Antônio de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2020: R$ 3 mil em receitas · R$ 1 mil em gastos
Lazinho declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Catalão (GO) em 2008, 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com pessoal (R$ 977) e publicidade por materiais impressos (R$ 190). Em 2016, 80% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2012, 51% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.
Receitas em 2020R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 1 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 4 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 23% · pessoas 48% · próprios 29%
Gasto contratado
R$ 17 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 3 mil19,1%
Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil11,5%
Locação de imóveisR$ 1 mil7,2%
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 6003,4%
Outras 8 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 10 mil58,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000SUPLENTE662LCatalão, Goiás · 37 anos · Ensino médio completo · Membros do Poder Legislativo: Senador, Deputados e Vereador · PPS · nº 23456 · ver resultado completo
Coligação: PT / PC do B / PPS
Vereador · 1996ELEITO1.207LCatalão, Goiás · 33 anos · Ensino fundamental completo · Vidraceiro · PL · nº 22602 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.