Hugo Biehl

Foto de Hugo Matias Biehl
Hugo Biehl
Hugo Matias Biehl (nome civil)
7 eleições entre 1982 e 2018 · último partido PP
66 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Empresário
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Hugo Biehl (Hugo Matias Biehl) disputou 7 eleições entre 1982 e 2018, para deputado federal, senador, vice-governador e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: deputado federal em 1998 e 1994. A maior votação foi em 2002, para senador por SC: 958.629 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por SC, declarou R$ 840 mil em receitas: R$ 822 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 18 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 820 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 92 mil), militância e mobilização de rua (R$ 52 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 31 mil). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 524 mil.

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Evolução da votação nas eleições

46.523 votos em 2018 · 7 eleições

A votação de Hugo Matias Biehl em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. FederalSenadorGovernadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 840 mil em receitas · R$ 820 mil em gastos

Hugo Biehl declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: senador por Santa Catarina em 2010, e deputado federal por Santa Catarina em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 840 mil em receitas: R$ 822 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 18 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 820 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 92 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 52 mil). Em 2010, R$ 524 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 840 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 820 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2010R$ 524 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22010 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 840 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 98% · pessoas 2%
Gasto contratado
R$ 820 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 92 mil11,2%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 52 mil6,4%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 31 mil3,8%
  • Serviços de terceirosR$ 25 mil3,1%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 884 lançados como "diversas a especificar" e R$ 522 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 620 mil75,6%
2010Senador, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 526 mil
11 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 15% · partido e outras campanhas 41% · pessoas 5% · empresas 35% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 524 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 121 mil23,0%
  • Materiais impressosR$ 98 mil18,7%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 37 mil7,1%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 28 mil5,3%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 172 lançados como "diversas a especificar" e R$ 3 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 240 mil45,8%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 1994 e 1998

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892