Geanne Oliveira (Geanne de Cássia Oliveira Nascimento) disputou 5 eleições entre 1996 e 2016, para vereadora, segundo os dados do TSE. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para vereadora em Vitória da Conquista/BA: 1.118 votos. Na campanha de 2016 para vereadora em Vitória da Conquista/BA, declarou R$ 30 mil em receitas: R$ 878 de outras campanhas, R$ 22 mil de doações privadas (17 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 7 mil), militância e mobilização de rua (R$ 6 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 4 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 20 mil.
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Evolução da votação nas eleições
1.118 votos em 2016 · 5 eleições
A votação de Geanne de Cassia Oliveira Nascimento em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 30 mil em receitas · R$ 30 mil em gastos contratados
Geanne Oliveira declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Vitória da Conquista (BA) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 30 mil em receitas: R$ 878 de outras campanhas, R$ 22 mil de doações privadas (17 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 7 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 6 mil). Em 2008, R$ 20 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 30 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 30 milcontratados
Gastos em 2008R$ 20 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 37% · empresas 13% · próprios 48% · outras 1%
Gasto contratado
R$ 20 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil19,8%
PessoalR$ 3 mil17,6%
Publicidade por carros de somR$ 2 mil9,4%
Materiais impressosR$ 6703,4%
Outras 2 categoriasR$ 10 mil49,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2016SUPLENTE1.118LVitória da Conquista, Bahia · 50 anos · Parda · Superior completo · Professor de Ensino Médio · PMDB · nº 15015 · ver resultado completo
Vereador · 2008SUPLENTE1.063LVitória da Conquista, Bahia · 42 anos · Superior completo · Professor de Ensino Médio · PMDB · nº 15015 · ver resultado completo
Vereador · 2004SUPLENTE34LVitória da Conquista, Bahia · 38 anos · Superior completo · Professor de Ensino Superior · PMDB · nº 15165 · ver resultado completo
Vereador · 2000SUPLENTE610LVitória da Conquista, Bahia · 34 anos · Superior completo · Professor de Ensino de Primeiro e Segundo Graus · PDT · nº 12345 · ver resultado completo
Coligação: PMDB / PDT
Vereador · 1996SUPLENTE421LVitória da Conquista, Bahia · 30 anos · Dado Inexistente · PDT · nº 12612 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.