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Davi Ornélas

Foto de Davi Cesar Ornelas
Davi Ornélas
Davi Cesar Ornelas (nome civil)
5 eleições entre 1996 e 2020 · último partido MDB
60 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Médio

Davi Ornélas (Davi Cesar Ornélas) disputou 5 eleições entre 1996 e 2020, para vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Salvador em 1996. A maior votação foi em 1996, para vereador em Salvador/BA: 3.171 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Salvador/BA, declarou R$ 7 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 5 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 31). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 10 mil, 100% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

156 votos em 2020 · 5 eleições

A votação de Davi Cesar Ornelas em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 7 mil em receitas · R$ 5 mil em gastos

Davi Ornélas declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Salvador (BA) em 2012 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 7 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 5 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 31). Em 2012, 100% dos R$ 10 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 7 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 5 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 10 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Empresas (até 2014)
2020Vereador, Salvador (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 5 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços advocatíciosR$ 5 mil99,4%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 310,6%
2012Vereador, Salvador (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 98% · empresas 2%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 10 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 1996

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.