- Materiais impressosR$ 3 mil83,4%
- Serviços de terceirosR$ 60014,5%
- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 892,1%

Ester de Paula (Ester de Paula de Araújo) disputou 5 eleições entre 2000 e 2014, para deputada estadual, vereadora e deputada federal, segundo os dados do TSE. Ela foi eleita 1 vez: vereadora de Santana em 2000. A maior votação foi em 2010, para deputada estadual por AP: 2.646 votos. Na campanha de 2014 para deputada estadual por AP, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas e R$ 2 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil), serviços de terceiros (R$ 600) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 89). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 28 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Ester de Paula de Araujo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Ester de Paula declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada estadual por Amapá em 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas e R$ 2 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e serviços de terceiros (R$ 600). Em 2010, R$ 28 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.