Tonho Santos (Antônio dos Santos) disputou 5 eleições entre 2000 e 2016, para vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Porto Real do Colégio em 2012. A maior votação foi em 2012, para vereador em Porto Real do Colégio/AL: 456 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Porto Real do Colégio/AL, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 631) e publicidade por adesivos (R$ 596). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 8 mil em 2012 (84% com cessão ou locação de veículos) e R$ 1 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
421 votos em 2016 · 5 eleições
A votação de Antônio dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 4 mil em receitas · R$ 4 mil em gastos contratados
Tonho Santos declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Porto Real do Colégio (AL) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 631). Em 2012, 84% dos R$ 8 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos; em 2008, 64% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.
Receitas em 2016R$ 4 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 4 milcontratados
Gastos em 2012R$ 8 milcontratados, campanha encerrada
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2016SUPLENTE421LPorto Real do Colégio, Alagoas · 68 anos · Parda · Superior completo · Servidor Público Federal · PRP · nº 44555 · ver resultado completo
Vereador · 2012ELEITO456LPorto Real do Colégio, Alagoas · 64 anos · Superior completo · Servidor Público Federal · DEM · nº 25555 · ver resultado completo
Vereador · 2008SUPLENTE357LPorto Real do Colégio, Alagoas · 60 anos · Superior completo · Servidor Público Federal · DEM · nº 25555 · ver resultado completo
Vereador · 2004SUPLENTE286LPorto Real do Colégio, Alagoas · 56 anos · Superior completo · Servidor Publico Federal · PRONA · nº 56555 · ver resultado completo
Vereador · 2000SUPLENTE235LPorto Real do Colégio, Alagoas · 52 anos · Superior completo · Professor de Ensino Superior · PSD · nº 41234 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.