Moises Mariquinha

Foto de Moises Manoel da Silva
Moises Mariquinha
Moises Manoel da Silva (nome civil)
4 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PRTB
59 anos em 2016 · Masculino · Lê e escreve
Agricultor
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Moises Mariquinha (Moisés Manoel da Silva) disputou 4 eleições entre 1996 e 2016, para vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2000, para vereador em Minador do Negrão/AL: 74 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Minador do Negrão/AL, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 877 de outras campanhas, R$ 3 de doações privadas e R$ 160 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 600), publicidade por adesivos (R$ 220) e publicidade por materiais impressos (R$ 217). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 541, 85% com combustíveis e lubrificantes.

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Evolução da votação nas eleições

12 votos em 2016 · 4 eleições

A votação de Moises Manoel da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 1 mil em receitas · R$ 1 mil em gastos contratados

Moises Mariquinha declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Minador do Negrão (AL) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 877 de outras campanhas, R$ 3 de doações privadas e R$ 160 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 600) e publicidade por adesivos (R$ 220). Em 2008, 85% dos R$ 541 em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.

Receitas em 2016R$ 1 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 1 milcontratados
Gastos em 2008R$ 541contratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Minador do Negrão (AL)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 84% · pessoas menos de 1% · próprios 15%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 60057,7%
  • Publicidade por adesivosR$ 22021,2%
  • Materiais impressosR$ 21720,9%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 30,3%
2008Vereador, Minador do Negrão (AL)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 541
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 15% · próprios 85%
Gasto contratado
R$ 541
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 46185,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 8014,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892