Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dr Cleber (Cleber Mendes Mota) disputou 10 eleições entre 1994 e 2020, para vice-prefeito, vereador, deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: vice-prefeito de Paraíso do Tocantins em 2004; vereador de Paraíso do Tocantins em 1996. A maior votação foi em 1998, para deputado estadual por TO: 1.834 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Paraíso do Tocantins/TO, declarou R$ 17 mil em receitas: R$ 900 do Fundo Partidário, R$ 175 de outras campanhas, R$ 8 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 7 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 22 mil em 2008 e R$ 12 mil em 2006.
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Evolução da votação nas eleições
352 votos em 2016 · 10 eleições
A votação de Cleber Mendes Mota em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. EstadualVereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 17 mil em receitas · R$ 17 mil em gastos contratados
Dr Cleber declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Tocantins em 2006, e vereador em Paraíso do Tocantins (TO) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 17 mil em receitas: R$ 900 do Fundo Partidário, R$ 175 de outras campanhas, R$ 8 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 7 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil). Em 2008, R$ 22 mil em gastos contratados; em 2006, R$ 12 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 17 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 17 milcontratados
Gastos em 2008R$ 22 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 21% · pessoas 30% · próprios 50%
Gasto contratado
R$ 12 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 2 mil15,4%
Combustíveis e lubrificantesR$ 4814,1%
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 3503,0%
Bens permanentesR$ 1171,0%
Outras 4 categoriasR$ 9 mil76,5%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 19981.834não eleitoGTO · 50 anos · Superior completo · Médico · PT · nº 13000 · ver resultado completo
Vereador · 1996ELEITO1.231LParaíso do Tocantins, Tocantins · 48 anos · Superior completo · Medico · PT · nº 13611 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1994612não eleitoGTO · 46 anos · Superior completo · Medico · PT · nº 13133 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.