- Materiais impressosR$ 312 mil30,4%
- Serviços de terceirosR$ 214 mil20,9%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 132 mil12,9%
- Publicidade por jornais e revistasR$ 128 mil12,5%
- Outras 8 categoriasR$ 240 mil23,4%
Segundo o Radar do Voto, Gean Loureiro (UNIÃO) ficou como suplente de deputado estadual por Santa Catarina em 2026, com 37.804 votos, pelo resultado oficial do TSE. Gean Loureiro (Gean Marques Loureiro) disputou 13 eleições entre 1994 e 2026, para deputado estadual, governador, prefeito, deputado federal e vereador. Ele foi eleito 7 vezes: prefeito de Florianópolis em 2020 e 2016; deputado estadual em 2014; vereador de Florianópolis em 2008, 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2022, para governador por SC: 555.615 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por SC, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 600 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 550 mil do Fundo Partidário, R$ 13 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 312 mil), serviços de terceiros (R$ 214 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 132 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 4,4 milhões em 2022 (55% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 2,8 milhões em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Gean Marques Loureiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Gean Loureiro declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: vereador em Florianópolis (SC) em 2008, deputado federal por Santa Catarina em 2010, prefeito em Florianópolis (SC) em 2012, 2016 e 2020, deputado estadual por Santa Catarina em 2014 e 2026, e governador por Santa Catarina em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 600 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 550 mil do Fundo Partidário, R$ 13 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 312 mil) e serviços de terceiros (R$ 214 mil); R$ 842 mil já foram pagos. Em 2022, 55% dos R$ 4,4 milhões em gastos foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2020, R$ 2,8 milhões em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.