Dagomar Carneiro

Foto de Dagomar Antonio Carneiro
Dagomar Carneiro
Dagomar Antonio Carneiro (nome civil)
8 eleições entre 1996 e 2014 · último partido PSB
56 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Odontólogo

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dagomar Carneiro (Dagomar Antonio Carneiro) disputou 8 eleições entre 1996 e 2014, para deputado estadual, prefeito, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2006; vice-prefeito de Brusque em 2004; vereador de Brusque em 1996. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por SC: 25.748 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por SC, declarou R$ 139 mil em receitas: R$ 50 mil de outros recursos do partido, R$ 17 mil de doações privadas (4 doadores), R$ 281 de empresas e R$ 72 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 139 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 47 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 24 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 21 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 283 mil em 2010 (46% com publicidade por materiais impressos) e R$ 566 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

10.491 votos em 2014 (anulados) · 8 eleições

A votação de Dagomar Antonio Carneiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 139 mil em receitas · R$ 139 mil em gastos contratados

Dagomar Carneiro declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Santa Catarina em 2006, 2010 e 2014, e prefeito em Brusque (SC) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 139 mil em receitas: R$ 50 mil de outros recursos do partido, R$ 17 mil de doações privadas (4 doadores), R$ 281 de empresas e R$ 72 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 139 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 47 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 24 mil). Em 2010, 46% dos R$ 283 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, R$ 566 mil em gastos contratados.

Receitas em 2014R$ 139 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 139 milcontratados
Gastos em 2010R$ 283 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2008, 2010 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2014Deputado estadual, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 139 mil
4 doadores pessoas físicas
partido 36% · pessoas 12% · empresas menos de 1% · próprios 51%
Gasto contratado
R$ 139 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 47 mil33,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 24 mil16,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 21 mil15,2%
  • Serviços de terceirosR$ 9 mil6,5%
  • Outras 9 categoriasR$ 39 mil27,7%
2010Deputado estadual, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 283 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 49% · pessoas menos de 1% · empresas 4% · próprios 46%
Gasto contratado
R$ 283 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 129 mil45,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 31 mil10,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 26 mil9,1%
  • Despesas postaisR$ 25 mil8,9%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 73 mil25,6%
2008Prefeito, Brusque (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 566 mil
104 doadores pessoas físicas
partido 26% · pessoas 12% · empresas 52% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 566 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 159 mil28,2%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 108 mil19,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 49 mil8,6%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 41 mil7,2%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 11 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 5 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 209 mil37,0%
Ver a campanha anterior
2006Deputado estadual, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 234 mil
58 doadores pessoas físicas
pessoas 26% · empresas 25% · próprios 49%
Gasto contratado
R$ 234 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 49 mil21,1%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 22 mil9,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 22 mil9,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 17 mil7,1%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 9 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 124 mil52,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 1996, 2004 e 2006

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892