Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Chico Balthazar (Francisco Carlos Balthazar) disputou 4 eleições entre 1994 e 2020, para prefeito, vereador, deputado estadual e 1º suplente senador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Criciúma/SC: 3.674 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Criciúma/SC, declarou R$ 163 mil em receitas: R$ 110 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 40 mil de doações privadas (30 doadores) e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 100 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 32 mil), serviços de terceiros (R$ 25 mil) e serviços contábeis (R$ 12 mil).
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Evolução da votação nas eleições
3.674 votos em 2020 · 4 eleições
A votação de Francisco Carlos Balthazar em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
SenadorDep. EstadualVereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 163 mil em receitas · R$ 100 mil em gastos
Chico Balthazar declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Criciúma (SC) em 2020. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 163 mil em receitas: R$ 110 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 40 mil de doações privadas (30 doadores) e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 100 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 32 mil) e serviços de terceiros (R$ 25 mil).
Receitas em 2020R$ 163 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 100 milcampanha encerrada; tudo pago
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 32 mil31,5%
Serviços de terceirosR$ 25 mil24,6%
Serviços contábeisR$ 12 mil12,0%
Publicidade por adesivosR$ 9 mil9,4%
Outras 6 categoriasinclui R$ 8 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 22 mil22,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000SUPLENTE315LCriciúma, Santa Catarina · 44 anos · Superior completo · PT · nº 13123 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1998SUPLENTE2.413GSC · 42 anos · Superior completo · Advogado · PT · nº 13333 · ver resultado completo
Coligação: PC do B / PDT / PMN / PPS / PSB / PSN / PT
1º Suplente Senador · 1994NÃO ELEITO2º TURNO621.366GSC · 38 anos · Superior completo · Advogado · PT · nº 136 · 1º turno: 296.277 · suplente de senador não recebe voto nominal · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.