Marcos Antonio de Araujo

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Marcos Antonio de Araujo
5 eleições entre 1998 e 2018 · último partido PSDB
64 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Taxista
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Marcos A. Araujo (Marcos Antonio de Araújo) disputou 5 eleições entre 1998 e 2018, para deputado estadual e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 1998, para deputado federal por RJ: 605 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por RJ, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 4 mil do Fundo Partidário, R$ 246 de outras campanhas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 49). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 5 mil, 80% com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

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Evolução da votação nas eleições

96 votos em 2018 · 5 eleições

A votação de Marcos Antonio de Araujo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 6 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos

Marcos A. Araujo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Rio de Janeiro em 2010, e deputado estadual por Rio de Janeiro em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 4 mil do Fundo Partidário, R$ 246 de outras campanhas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 49). Em 2010, 80% dos R$ 5 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

Receitas em 2018R$ 6 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 2 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2010R$ 5 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22010 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 67% · partido e outras campanhas 4% · próprios 28%
Gasto contratado
R$ 2 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 2 mil97,0%
  • Outras 1 categoriaR$ 493,0%
2010Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
sem doações de pessoas
partido 80% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil19,8%
  • Outras 1 categoriaR$ 4 mil80,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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