Daniel Tourinho

Foto de Daniel Sampaio Tourinho
Daniel Tourinho
Daniel Sampaio Tourinho (nome civil)
5 eleições entre 1990 e 2018 · último partido PTC
71 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Advogado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Daniel Tourinho (Daniel Sampaio Tourinho) disputou 5 eleições entre 1990 e 2018, para deputado federal e senador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 1990, para deputado federal por SE: 11.349 votos. Na campanha de 2010 para deputado federal por RJ, declarou R$ 609 mil em receitas: R$ 427 mil do Fundo Partidário, R$ 42 mil de outras campanhas, R$ 40 mil de doações privadas, R$ 100 mil de empresas e R$ 10 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 608 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 133 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 127 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 106 mil).

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Evolução da votação nas eleições

7.519 votos em 2010 · 5 eleições

A votação de Daniel Sampaio Tourinho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalSenador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 609 mil em receitas · R$ 608 mil em gastos contratados

Daniel Tourinho declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado federal por Rio de Janeiro em 2010. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 609 mil em receitas: R$ 427 mil do Fundo Partidário, R$ 42 mil de outras campanhas, R$ 40 mil de doações privadas, R$ 100 mil de empresas e R$ 10 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 608 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 133 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 127 mil).

Gastos em 2010R$ 608 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22010 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2010Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 609 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 70% · partido e outras campanhas 7% · pessoas 7% · empresas 16% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 608 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 133 mil21,8%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 127 mil20,9%
  • Materiais impressosR$ 106 mil17,4%
  • Publicidade por telemarketingR$ 93 mil15,3%
  • Outras 11 categoriasR$ 149 mil24,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892