Prof. Monje

Foto de Marco Antonio Oliva Monje
Prof. Monje
Marco Antonio Oliva Monje (nome civil)
6 eleições entre 1998 e 2014 · PSTU
52 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Fundamental

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Prof. Monje (Marco Antônio Oliva Monge) disputou 6 eleições entre 1998 e 2014, para governador, prefeito, vice-governador e senador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 1998, para senador por MS: 8.888 votos. Na campanha de 2014 para governador por MS, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 528 de outros recursos do partido, R$ 480 de doações privadas (4 doadores) e R$ 200 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 340), cessão ou locação de veículos (R$ 200) e transporte ou deslocamento (R$ 185). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 694, 50% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.

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Evolução da votação nas eleições

2.035 votos em 2014 · 6 eleições

A votação de Marco Antonio Oliva Monje em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

SenadorPrefeitoGovernadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 1 mil em receitas · R$ 1 mil em gastos contratados

Prof. Monje declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Corumbá (MS) em 2012, e governador por Mato Grosso do Sul em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 528 de outros recursos do partido, R$ 480 de doações privadas (4 doadores) e R$ 200 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 340) e cessão ou locação de veículos (R$ 200). Em 2012, 50% dos R$ 694 em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.

Receitas em 2014R$ 1 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 1 milcontratados
Gastos em 2012R$ 694contratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2014Governador, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
4 doadores pessoas físicas
partido 44% · pessoas 40% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 34028,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 20016,6%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 18515,3%
  • Materiais impressosR$ 15512,8%
  • Outras 3 categoriasR$ 32827,2%
2012Prefeito, Corumbá (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 994
doações de pessoas
partido e outras campanhas 70% · pessoas 30%
Gasto contratado
R$ 694
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 35050,4%
  • Materiais impressosR$ 34449,6%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892