Andre Antonio Alves

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Andre Antonio Alves
6 eleições entre 1998 e 2016 · último partido PATRIOTA
44 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Advogado
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Andre Alves (André Antônio Alves) disputou 6 eleições entre 1998 e 2016, para vereador, governador, prefeito e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Belo Horizonte/MG: 4.428 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Belo Horizonte/MG, declarou R$ 360 em receitas, do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 360, principalmente com baixa de estimaveis - publicidade por adesivos (R$ 360). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 228 mil em 2012 e R$ 364 em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

3.991 votos em 2012 · 6 eleições

A votação de Andre Antonio Alves em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalVereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 360 em receitas · R$ 360 em gastos contratados

Andre Alves declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Belo Horizonte (MG) em 2008, e vereador em Belo Horizonte (MG) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 360 em receitas, do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 360, principalmente com baixa de estimaveis - publicidade por adesivos (R$ 360). Em 2012, R$ 228 mil em gastos contratados; em 2008, 100% dos R$ 364 em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

Receitas em 2016R$ 360campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 360contratados
Gastos em 2012R$ 228 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 360
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 100%
Gasto contratado
R$ 360
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 360100,0%
2012Vereador, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 489 mil
20 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 4% · partido e outras campanhas 52% · pessoas 30% · empresas 3% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 228 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 65 mil28,4%
  • Materiais impressosR$ 4 mil1,6%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 23 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 160 mil70,1%
2008Prefeito, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 364
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 364
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 364100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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